(esta não foi encontrada no dicionário)
Encontrei o seguinte, na página da ONG Ação Griô Nacional - http://www.nacaogrio.org.br
GRIÔ é uma palavra abrasileirada pelo ponto de cultura Grãos de Luz e Griô, de Lençóis, Bahia. Vem de griot, da língua francesa, que traduz a palavra Dieli (Jéli ou Djeli), que significa o sangue que circula, na língua bamanan habitante do território do antigo império Mali que hoje está dividido entre varios países do noroeste da África. Na tradição oral do noroeste da ÁFRICA, o griô é um(a) caminhante, cantador(a), poeta, contador(a) de histórias, genealogista, artista, comunicador(a) tradicional, mediador(a) político(a) da comunidade. Ele(a) é o sangue que circula os saberes e histórias, mitos, lutas e glórias de seu povo, dando vida à rede de transmissão oral de sua região e país.
NO BRASIL a palavra griô se refere a todo(a) cidadão(ã) que se reconheça e/ou seja reconhecido(a) pela sua própria comunidade como: um(a) mestre das artes, da cura e dos ofícios tradicionais, um(a) líder religioso(a) de tradição oral, um(a) brincante, um(a) cantador(a), tocador(a) de instrumentos tradicionais, contador(a) de histórias, um(a) poeta popular, que, através de uma pedagogia que valoriza o poder da palavra, da oralidade, da vivência e da corporeidade, se torna a biblioteca e a memória viva de seu povo. Em sua caminhada no mundo, ele(a) transmite saberes e fazeres de geração em geração, fortalecendo a ancestralidade e a identidade de sua família ancestral e comunidade. São exemplos das griôs e dos griôs no Brasil: congadeiro(a), jongueiro(a), folião(ã) dos reis, capoeira, parteira(o), zelador(a) de santo, erveira(o), caixeiro(a), carimbozeiro(a), reiseiro(a), tocador(a) de viola, sanfoneiro(a), rabequeiro(a), cirandeiro(a), maracatuzeiro(a), coquista, marujo, artista de circo, artista de rua, bonequeiro(a), mamulengueiro(a), catireiro(a), repentista, cordelista, pajé, artesão(ã), e fazedores(as) de todas as demais expressões culturais populares que se desenvolveram e SE TRANSMITEM POR UMA TRADIÇÃO ORAL
sábado, 8 de maio de 2010
domingo, 4 de abril de 2010
Loucura
LOUCURA, s.f. Alienação mental; insensatez; doidice; grande extravagância. lou.cu.ra
Documentário excelente sobre o tema, que vi por acaso.
Melhor música dos 2 quartos de Ana Carolina, sob meu ponto de vista. Por mais estranho que possa parecer - o que vem a calhar ;)
Texto copiado de um fotolog, que por acaso é de alguém de Brasília (http://www.fotolog.com.br/msnereu/86022310)
A casa dos mortos. De Bubu
A casa dos mortos,
das mortes sem batidas de sino.
Prá começo de conversa, são 3 cenas,
são 3 cenas anteriores e posteriores às minhas 12 passagens pelas casas dos mortos, que são os manicômios;
- tenho - digamos assim ! - surtos de loucura existencial brejinhótica, relativos à minha cidade natal, Oliveira dos Brejinhos - Bahia - Brasil;
voltando às cenas:
... cenas que, por si sós,
deveriam envergonhar os ditames legais
das processualísticas penais e manicomiais;
mas, aqui é a realidade manicomial!
Pois, bem: são 3 cenas,
são três cenas repetidas e repetitivas
de um ritual satânico-sacro
com poucos equivalentes comparados de terror,
cujo estoque self-made in world
é o medicamentoso entupir de remédios,
o qual se esquece de que
A Era Prozac
das pílulas da felicidade
não produz A Era da Felicidade
da nossa almática essência de liberdade;
mas, aqui é a realidade manicomial!
- Parafraseio Jânio de Freitas
porque a casa dos mortos,
que é a metáfora arquitetônica
pela qual designo a psiquiatria,
pede que se fale contra si mesma!
E, por falar, também, em lucidez,
sou lúcido e translúcido:
a colunista-articulista Danuza Leão,
no jornal baiano A Tarde, explica:
"Lucidez é reconhecer
a sua própria realidade,
mesmo que isso lhe traga sofrimentos."
Mas, qual, ó Bubu!:
isto aqui é a casa dos mortos,
e, na casa dos mortos,
quem tem um olho é rei,
porque esta é a máxima e a práxis
da casa dos mortos.
Documentário excelente sobre o tema, que vi por acaso.
Melhor música dos 2 quartos de Ana Carolina, sob meu ponto de vista. Por mais estranho que possa parecer - o que vem a calhar ;)
Texto copiado de um fotolog, que por acaso é de alguém de Brasília (http://www.fotolog.com.br/msnereu/86022310)
A casa dos mortos. De Bubu
A casa dos mortos,
das mortes sem batidas de sino.
Prá começo de conversa, são 3 cenas,
são 3 cenas anteriores e posteriores às minhas 12 passagens pelas casas dos mortos, que são os manicômios;
- tenho - digamos assim ! - surtos de loucura existencial brejinhótica, relativos à minha cidade natal, Oliveira dos Brejinhos - Bahia - Brasil;
voltando às cenas:
... cenas que, por si sós,
deveriam envergonhar os ditames legais
das processualísticas penais e manicomiais;
mas, aqui é a realidade manicomial!
Pois, bem: são 3 cenas,
são três cenas repetidas e repetitivas
de um ritual satânico-sacro
com poucos equivalentes comparados de terror,
cujo estoque self-made in world
é o medicamentoso entupir de remédios,
o qual se esquece de que
A Era Prozac
das pílulas da felicidade
não produz A Era da Felicidade
da nossa almática essência de liberdade;
mas, aqui é a realidade manicomial!
- Parafraseio Jânio de Freitas
porque a casa dos mortos,
que é a metáfora arquitetônica
pela qual designo a psiquiatria,
pede que se fale contra si mesma!
E, por falar, também, em lucidez,
sou lúcido e translúcido:
a colunista-articulista Danuza Leão,
no jornal baiano A Tarde, explica:
"Lucidez é reconhecer
a sua própria realidade,
mesmo que isso lhe traga sofrimentos."
Mas, qual, ó Bubu!:
isto aqui é a casa dos mortos,
e, na casa dos mortos,
quem tem um olho é rei,
porque esta é a máxima e a práxis
da casa dos mortos.
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